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segunda-feira, 28 de maio de 2012


Babi fala sobre sua permanência na TV


Panicat posou para o Paparazzo, que vai ao ar amanhã


Na primeira vez que posou para o Paparazzo, há dois anos, Babi Rossi tinha acabado de entrar no programa Pânico e era dona de longos fios loiros. Neste segundo ensaio
 – que vai ao ar amanhã, a assistente de palco exibiu o cabelo curtinho, um mês após ter a cabeça raspada ao vivo na TV. A prova de fogo aconteceu pouco após a estreia da atração em outra emissora. Babi foi a única assistente de palco da versão anterior que permaneceu.

“Não sou a queridinha nem tive que transar com o diretor para ficar. Tenho meus méritos. Visto a camisa do programa, não falo mal de ninguém, chego no horário e não entro em polêmicas fúteis. Fiquei porque mereci”, diz ela, que garante se dar bem com todas as atuais panicats, mas é mais amiga de Thais Bianca, aquela de cabelo rosa. “Não tenho inveja de ninguém. Se está ali é porque merece. Nunca precisei puxar tapete”.



Fonte: Jornal Coletivo

Museu Nacional promove exibições de filmes e roda de debates sobre temas sociais

O drama Mississipi em chamas abre a programaçã do CineCAL desta semana
Quando o filme Notícias de uma guerra particular chegou as salas de cinema em 1999, logo inflamou debates sobre o descaso e a violência presentes nas favelas do Rio de Janeiro. E mais, o longa colocou uma lupa sobre o tráfico de drogas na capital carioca e mostrou que as relações presentes no crime organizado são bem mais complexas do que se pensava.

Inspirados pela temática, os professores Evandro Piza Duarte e Cristina Maria Zackseski organizaram o livro digital Criminologia & cinema: Perspectivas sobre o controle social no qual diversos especialistas fazem um análise sobre racismo, segregação social, milícias urbanas e violência policial a partir dos filmes. Com um capítulo reservado para análise crítica sobre cada produção, o e-book aborda de maneira crítica os problemas sociais presentes no país. E para aproximar o debate do público em geral, o Programa de Educação Tutorial (PET) ao lado do projeto Cine CAL organizado pela Casa da Cultura da América Latina, ambos da UnB, promove de segunda (28/5) até quinta (31/5), no Museu Nacional da República, a mostra de cinema Repressão, prisão e violência. “Esse é um projeto de iniciativa do PET, coordenado pelo professor Alexandre Bernardino, o evento tem a intenção de fazer com que a sociedade debata sobre temas como a violência”, explica Rômul Juracy, organizador do CineCAL.

E o longa que abre as discussões é Mississipi em chamas, de Alan Parker. Na trama, os agentes do FBI Rupert Anderson (Gene Hackman) e Alan Ward (Willem Dafoe) investigam a morte de três militantes dos direitos civis em uma pequena cidade do Mississipi, onde a segregação divide a população em brancos e negros e a violência é uma tônica constante. Após os filmes, Alexandre Bernardino, Zulu Araújo e Dora Lúcia Bertúlio debatem sobre racismo e intolerância racial.

Já na terça, é a vez do polêmico Notícias de uma guerra particular. Dirigido por João Moreira Salles, o documentário aborda a visão de bandidos, moradores e policiais a respeito do tráfico de drogas na cidade do Rio de Janeiro. Zulu Araújo, Alexandre Bernardino Costa e Cristina Maria Zackseski realizam debate após a exibição.

A temática do aborto ganha espaço no evento com a exibição do drama inglês O segredo de Vera Drake. Na fita de Mike Leigh, a recatada Vera Drake (Imelda Staunton) mora com o marido Stan (Philip Davis) e os filhos, Sid (Daniel Mays) e Ethel (Alex Kelly). Eles não são ricos, mas formam uma família feliz e unida. Vera trabalha como faxineira e Stan é mecânico na oficina do irmão. Porém, o que a família não sabe é que Vera mantém uma atividade paralela: sem aceitar pagamento, ajuda jovens mulheres a abortar. Quando uma dessas garotas precisa seguir para o hospital, a polícia começa uma investigação que faz o mundo de Vera desabar. Alexandre Bernardino Costa e Carmen Hein de Campos debatem sobre o tema.

E no encerramento, o trio Katsuhiro Otomo, Koji Morimoto e Tensai Okamura, comanda a películaMemories. Dividido em três subhistórias, batizadas de Magnetic roseStink bomb e Cannon fodder, o filme conta a história de dois viajantes espaciais, um jovem químico que produz uma arma biológica e também mostra o dia de uma cidade que tem como único propósito disparar canhões em inimigos desconhecidos. O professor Evandro Piza Duarte coordena debate ao final do filme.

Todos os filmes são de graça e serão exibidos às 19h30. As produções não são recomendadas para menores de 16 anos. 
Fonte: Correioweb

Duas adaptações são destaque nesta segunda na TV por assinatura

O besouro verde é uma adaptação dos quadrinhos para as telas de cinema
Aproveitando duas tendências das telas de cinema - as adaptações dos contos de fadas e de histórias em quadrinhos -, que tal aproveitar no conforto da sua casa dois filmes nesse estilo, como Alice no país das maravilhas e o O besouro verde? Confira abaixo as histórias dos longas e a programação.

O primeiro filme desta segunda-feira (28/5) é o longa baseado no conto homônimo de Lewis Carroll. No entanto, na versão de Tim Burton lançada em abril de 2010, Alice (Mia Wasikowska) já está com 19 anos, treze a mais de quando esteve pela primeira vez no País das Maravilhas. A jovem não se lembra do local, mas acaba voltando ao país depois de fugir ao ser pedida em casamento. Ela então segue um coelho branco que a leva até o País das Maravilhas, onde ela é novamente saudada pelos personagens que conheceu anos atrás. Tendo que provar sua identidade, Alice precisa matar o Jaguardarte e resolver os problemas das irmãs as rainhas de Copas e Branca. Além de Mia, o ator Johnny Depp está na fita na pele do Chapeleiro Maluco. O filme é atração da HBO Plus e passa às 16h15.

Já a segunda fita trata-se de uma adaptação de uma mini-série em quadrinhos escrita por Kevi Smith e Alex Ross. O besouro verde é um herói fictício vivido pelo personagem Britt Reid, encarnado no longa pelo ator Seth Rogen. Britt é um milionário que acaba tomando conta de um jornal respeitado que pertencia ao seu pai, que morreu. Entediado com sua vida, o personagem cria esse herói. Só que neste mesmo momento a cidade está em perigo nas garras de Chudnofsky, um criminoso que busca meior de ser mais ameaçador as pessoas. A atriz Cameron Diaz também participa do longa, que é exibido às 18h53 na HBO 2.
Fonte: Correioweb

Um quarteto de produções chega aos cinemas da capital

A obra do cineasta Rogério Sganzerla ganha homenagem no documentárioMr.Sganzerla – Os Signos da Luz
Tá sem idéia do que fazer para se divertir neste dia? Que tal curtir um bom filme? Melhor ainda se esse programinha for marcado por várias novidades. E nesta semana, quatro ótimas produções estreiam nas telonas brasilienses.

Audrey Tautou estrela o romance Delicadeza do amor. Na trama ela vive Natalie, uma moça bonita e com o casamento perfeito. Entretanto, quando o marido morre, a vida da moça dá uma reviravolta. Nos anos seguintes à morte do esposo, ela se entrega à vida profissional e deixa os sentimentos de lado. Então, de repente, sem mesmo entender o porquê, Nathalie se envolve com Markus (François Damiens), seu colega de trabalho. Os irmãos David Foenkinos e Stéphane Foenkinos dirigem a trama.


O drama Flores do Oriente é outra fita que chega à grande tela. Na devastada cidade chinesa de Nanjing, em 1937, o perigo das ruas faz com que um bando de refugiados se abrigue em uma igreja. Formado por crianças assustadas, algumas cortesãs e o americano John Miller, vivido por Christian Bale, o grupo fará de tudo para sobreviver aos ataques dos saqueadores e de outros criminosos. O próprio Bale, ao lado de Zang Yimou,
Ni Ni e Xinyi Zhang dirige a fita.

A esperada sequência de MIB - Homens de Preto finalmente chega aos cinemas da capital. No terceiro filme da franquia, o agente J (Will Smith) se tornou um MIB experiente após 15 anos de trabalho na organização. Mas o que ele não sabia era que seu grande parceiro K (Tomy Lee Jones) ainda escondia vários segredos sobre o universo e o mundo alien. Decidido a descobrir tudo, J retorna ao passado em busca de respostas. Barry Sonnenfeld, que dirigiu os dois primeiros longas, continua no comando da produção.

Espécie de filme-ensaio, o documentário Mr. Sganzerla – Os signos da luz, de Joel Pizzini, recria o mundo do cineasta catarinense Rogério Sganzerla. Por meio dos personagens recorrentes em sua filmografia como Orson Welles, Noel Rosa, Jimi Hendrix e Oswald de Andrade. Narrado em primeira pessoa, a partir de imagens raras e situações encenadas, Mr. Sganzerla – Os Signos da Luz revela a visão do diretor e todo o seu processo de criação.
Fonte: Correioweb

quarta-feira, 23 de maio de 2012


Terceira edição do Festival de Bonecos do Gama celebra a tradição dos mamulengos na cidade

A Cia Expressão de Arena apresenta o espetáculo Zezinho e o baú mágico, às 16h
Brasília não é apenas a capital do rock. Aqui na nossa cidade um outro tipo de arte também ganha destaque nacional: o teatro de bonecos. “Fora do Nordeste, Brasília é o local onde mais se trabalha com bonecos”, afirma Marco Augusto, organizador do 3º Festival de Teatro de Bonecos do Gama – o Festineco. E não é por acaso que a cidade satélite realiza desde o dia 18 a terceira edição do festival. “O Gama tem uma forte tradição com o teatro de animação. Existem sete grupos que trabalham com bonecos na cidade. Aqui tem muita gente engajada com isso”, complementa Augusto. 

Com atrações de várias regiões do DF e outros estados, além de apresentações com companhias dos Estados Unidos, Uruguai e Argentina, o festival faz um passeio pela arte e cultura populares por meio da arte com bonecos e da literatura de cordel. 

Como palco para as exibições, os organizadores do evento escolheram locais públicos e com grande circulação de pessoas. Nesta quarta, é a vez da Escola Classe 28 que recebe apresentações às 10h e às 16h. Quem abre o dia é o grupo brasiliense Mamulengos sem Fronteira com o espetáculo Exemplos de BastiãoDirigido por Walter Cedro, a peça é baseada na literatura de cordel e conta as aventuras e confusões vividas por um palhaço da Folia de Reis (festejo católico com forte tradição no interior do país), o Padre Simão Sem Cuidado e o Capitão João Redondo. Um dos diferencias deste espetáculo está no fato de o público poder interferir na história e até mesmo poder mudar o destino dos personagens. 

Já na segunda apresentação, quem sobe aos palco são os goianos da Cia Expressão de Arena. Com a fábula Zezinho e o baú mágico, o grupo comandado por Ravel Mesquita faz um jogo lúdico com o público onde são mostradas a magia, o sonho e a imaginação presentes no mundo das crianças.
Fonte: Correioweb

Cena Gaúcha aquece a segunda semana com montagens instigantes

Caroline Maria 
Cena de O fantástico circo-teatro de um homem que será encenado hoje às 20h
O Festival de Teatro Brasileiro (FTB), em sua 12ª edição, segue intenso na programaçãoteatral. Desta vez, o intercâmbio cultural permite que espetáculos do Rio Grande do Sul visitem Goiás e Distrito Federal, mostrando a variedade teatral da cena gaúcha. Nesta quarta-feira (23/5), às 20h, o Sesc Paulo Autran Taguatinga abre o picadeiro para a comédia dramáticaO fantástico circo-teatro de um homem só, da Cia. Rústica (com o ator Heinz Limaverde). Em seguida, segue para o Teatro Plínio Marcos (de sexta a domingo, às 20h). Na Sala Martins Pena do Teatro Nacional, o trabalho de teatro-dança JokerPsique, do artista Alessandro Rivellino, apresenta, quarta e quinta, às 20h, um espetáculo-performance.

Interatividade é o elo entre os dois trabalhos. Com linguagens diferentes, em O fantástico circo-teatro de um homem, o público entra na sala pronto para a festividade cênica. O mesmo rompimento da distância entre artista e espectador repete-se em JokerPsique. Isso desde a linguagem pessoal e subjetiva do espetáculo até a entrega de uma carta de baralho a algumas pessoas, a qual define a participação durante as cenas.

A Cia. Rústica, desde sua fundação em 2003, tem um trabalho voltado para o teatro popular. Nos últimos anos, a direção de Patrícia Fagundes buscou encurtar ainda mais o espaço entre palco e plateia. “Essa linguagem tem muito a ver com o circo. O artista é a grande estrela, é o mesmo que vende o ingresso, a pipoca, recepciona: faz tudo”, explica o ator Heinz Limaverde, vencedor de prêmios prestigiosos, entre eles dois Braskem, dois Açorianos e um Tibicuera. 

Fonte: Correioweb

segunda-feira, 21 de maio de 2012


Literatura de cordel e xilogravura tomam contam do DF


Xilogravura que faz parte da exposiçãoXilogravura e literatura de cordel nas escolas
A literatura de cordel e a xilogravura são dois temas de destaque em eventos neste mês de maio na capital federal. O Distrito Federal  atualmente já é palco de um curso gratuito sobre a literatura de cordel - que teve início em abril e vai até o mês de junho - e, ainda, a partir do dia 28 uma mostra vai percorrer cinco escolas públicas com uma exposição dessa cultura popular. 

O cordel e a xilogravura são manifestações populares que existem há muitos anos no Brasil. Elas são influência da colonização europeia no país. Atualmente ainda pode-se encontrar muito dessa cultura no Nordeste. Com o objetivo de não deixar a literatura de cordel se perder na história, o professor Jairo Mozart, que também é músico, compositor, cordelista e artista plástico, resolveu criar o curso A música e a poesia na cultura brasileira, que é voltado para professores da rede pública. Durante as aulas, os professores vão aprender técnicas de cordel, para que assim eles possam repassar aos alunos. Para Jairo, a disseminação deste tipo de literatura reforça a identidade cultural brasileira. O curso é na Escola de Aperfeiçoamento da Secretaria de Educação do DF (EAPE). Para mais informações é só ligar na Chang Produções (4141-1061).

Também como forma de manter esse material tipicamente brasileiro que a mostra Xilogravura e literatura de cordel nas escolas vai percorrer cinco instituições de ensino da rede pública. A exposição começa a partir do dia 28 de maio na CEM 2 de Ceilândia. A mostra tem curadoria de Arievaldo Viana e é composta por xilogravuras, cordéis, álbuns e matrizes de xilogravuras nordestinas atuais, antigas e históricas. As escolas também vão receber uma apresentação de repente.

O evento é gratuito e fica até o dia 1º de junho na escola de Ceilândia e depois segue para instituições de São Sebastião, Planaltina, Taguatinga e Estrutural. As datas ainda serão definidas. Para mais informações, é só acessar o site: www.xilogravurabrasil.com.br, que é responsável pelo o evento.

Fonte: Correioweb

Confira os eventos que movimentam a cidade durante toda a semana

O cantor Criolo faz show de graça no CCBB
Samba, exposição sobre a Índia e espetáculo circence são destaques do nosso roteiro cultural da semana. Confira o que vai rolar e boa diversão!

Domingo de música
Depois da primeira vinda a Brasília, no ano passado, o cantor paulistano Criolo volta para um show gratuito no projeto Todos os sons, neste domingo, a partir das 17h, no gramado do Centro Cultural Banco do Brasil (SCES, Tc. 2). Acompanhado pela banda, ele apresenta o repertório do premiado álbum Nó na orelha (2011), que inclui Não existe amor em SPSucrilhos e Bogotá. Os brasilienses Paula Zimbres e Sistema Criolina abrem a programação. Entrada franca. Informações: 3108-7600. Classificação indicativa livre.

Arte russa
Completando 50 anos de picadeiro, o Circo de Moscou no Gelo (Moscow Circus On Ice)  fará única apresentação, domingo, às 16h30, no Ginásio Nilson Nelson (Eixo Monumental). Dirigido por Natália Abramova, o espetáculo é uma combinação entre o universo circense, a patinação artística e o balé clássico. Ingressos: R$ 360 e R$ 180 (meia), cadeira de pista; R$ 240 e R$ 120 (meia), cadeira de setor; e R$ 160 e R$ 80 (meia), superior. Valores sujeitos a alteração. Pontos de venda: Central de Ingressos do Brasília Shopping (piso G2), Free Corner (Brasília Shopping) e Fnac (ParkShopping). Informações: 3364-0000. Classificação indicativa livre. 

De Ganesh à Índia Moderna
A capital recebe terça a mais completa mostra sobre a Índia já apresentada no país. Com curadoria geral de Pieter Tjabbes, a exposição Índia! é dividida em três blocos temáticos (cotidianoO sagrado e Formação da Índia moderna) e reúne 350 peças, como máscaras, vestimentas, objetos sacros, estátuas, pinturas e fotografias. Em cartaz até 29 de julho, no Centro Cultural Banco do Brasil (SCES, Tc. 2; 3108-7600), pode ser visitada de terça a domingo, das 9h às 21h. Entrada franca. Classificação indicativa livre.

Tantas emoções
Há oito anos, o cantor China e alguns integrantes do Mombojó se reuniram para formar a Del Rey, banda pernambucana de tributo a Roberto Carlos. No sábado, às 23h, eles cantam sucessos do rei na Acadêmicos da Asa Norte (Setor de Clubes Norte, Tc. 3). A banda brasiliense Brega & Rosas abre a noite, que tem ingressos a R$ 25 (segundo lote) e R$ 35 (terceiro lote), à venda no Balaio Café (201 Norte) e Koni (209 Sul e 109 Norte). Informações: www.fabricadediversoes.com. Na quarta-feira, Kassin é a principal atração do Rock Bom Bom, a partir das 22h, no La Ursa (SBN, Q. 2, Bl J; 7813-4186). O músico e produtor carioca apresenta o repertório do CD Sonhando devagar(2011) na festa, que também conta com DJ Lucho e o coletivo Drink Us. Ingressos: R$ 20 com nome na lista laursa.café@gmail.com, até a 0h; R$ 25, sem nome na lista e até 0h; e R$ 30, após. Não recomendado para menores de 18 anos.

Cinema alemão
O Centro Cultural Banco do Brasil (SCES, Tc. 2) exibe, a partir de terça, a mostra Douglas Sirk: o príncipe do melodrama. Com 37 filmes em 35mm e DVD, a retrospectiva é dividida em duas partes. Na primeira estão longas-metragens rodados na Alemanha e nos Estados Unidos, como Desejo atroz. Na segunda, produções que dialogam a obra do cineasta alemão, a exemplo de O medo devora a alma, refilmagem de Tudo o que o céu permite por Rainer Werner Fassbinder. O programa também traz uma aula aberta com o curador Pedro Guimarães sobre o tema "Sirk, formação de um estilo, herança de um gênero". Até 17 de junho. Confira a programação completa e as classificações indicativas no site bb.com.br/cultura. Informações: 3108-7600. Entrada franca.

Clássico em 3D
Os sete anões vão passar o fim de semana no Centro de Convenções Ulysses Guimarães (Eixo Monumental). A trupe estará no espetáculo Branca de Neve — Um musical da Broadway ao vivo, com efeitos em 3D, que contará com recursos de cinema e de teatro para contar o clássico dos irmãos Grimm. Sessões no sábado e no domingo, às 15h e às 19h. Ingressos: R$ 120 (poltrona VIP); R$ 80 (poltrona lateral); R$ 80 (poltrona especial); e R$ 50 (poltrona superior). Valores de meia-entrada. Pontos de venda: Central de Ingressos Brasília Shopping (piso G2), site www.ingressorapido.com.br e no telefone 4003-1212. Informações: 3248-5221e 8130-6681. Classificação indicativa livre. 
Fonte: Correioweb

sexta-feira, 18 de maio de 2012


Carlinhos Vergueiro vem à cidade celebrar o cancioneiro de Nelson Cavaquinho em show

Gabriel de Sá
Carlinhos Vergueiro apresenta show com repertório de Nelson Cavaquinho
Quando conheceu o sambista carioca Nelson Cavaquinho, Carlinhos Vergueiro tinha apenas 16 anos. Os dois frequentavam o mesmo botequim, em São Paulo, e tinham amigos em comum. A diferença de idade — cerca de 40 anos — não foi empecilho para que logo se tornassem camaradas. “Éramos muito boêmios, mas Nelson era imbatível. Às vezes, eu ia para casa, dormia, e quando voltava ele ainda estava lá no mesmo bar. Nem nos meus tempos áureos eu tinha tanta resistência”, relembra o músico paulista. Quando ele se profissionalizou no ofício e passou a ir mais ao Rio, os laços se estreitaram.

A parceria — que não chegou a se concretizar em canções — rendeu uma série de shows da dupla na noite carioca entre os anos 1970 e 1980 e possibilitou a Vergueiro a produção, ao lado de Cristina Buarque, do último disco do sambista, As flores em vida,lançado em 1985. “Consegui proporcionar ao Nelson momentos de que ele gostou muito”, conta. “Ele era uma pessoa peculiar, muito interessante. Ouvi várias coisas inéditas, pouco conhecidas.” Nelson Cavaquinho faleceu em 1986. 

Na ocasião do centenário do compositor, em outubro do ano passado, Vergueiro lançou, pela Biscoito Fino, um álbum tributo em que passeia pela obra do bamba. São estas canções — Luz negraFolhas secas e Pranto de poeta, entre outras — que compõem as apresentações que ele faz hoje e amanhã, às 21h, no Teatro Oi Brasília. Outras, que não entraram no disco por falta de espaço — caso de Cuidado com a outraMinha festa e Tatuagem —, também estão no repertório. “Canto as músicas dele com tanto prazer que, às vezes, parece que são minhas”, destaca. 
FONTE: CORREIOWEB

Festival de bonecos invade o Gama até 27 de junho

Encenação do espetáculo Pedro e o lobona 2ª edição do Gama Festineco, no ano passado
Nesta sexta-feira (18/5), a partir das 9h, um lúdico cortejo, que sairá da Rodoviária, anuncia: o Gama é palco para o maior Festival de Teatro de Bonecos do Distrito Federal(conhecido como Gama Festineco). Grupos da Argentina, do Uruguai, dos Estados Unidos e da Espanha se unem a artistas de Minas Gerais, Goiás, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e DF. “A intenção é promover o intercâmbio entre os grupos. Trocar experiências. Daí, surgem muitas oportunidades para os artistas”, conta Marco Augusto, coordenador do festival. 

No sábado (19/5), às 16h, no Parque do Setor Leste, tem Hoje tem espetáculo, tem sim senhor, do Circo Boneco e Riso (GO). Depois, Maria Farrar, às 21h, no Teatro Sesc. Baseado em texto de Bertolt Brecht, o grupo Julietas e os Metabonecos, do Rio Grande do Sul, aborda temas como abandono social, gravidez na adolescência, aborto e trabalho infantil. O 3º Gama Festineco vai até o dia 27 e tem entrada franca. Informações: www.festineco.com.br.
FONTE: CORREIO WEB


Espetáculo Concessa tecendo prosa conta o cotidiano de uma dona de casa

Caroline Maria
Cena da peça Concessa tecendo prosa
A história de Concessa tecendo prosa  é um bilhete premiado. Quando o espetáculo estreou, em 1998, a atriz e criadora Cida Mendes não poderia prever que o cotidiano de uma dona de casa do interior lhe renderia mais de 1.500 apresentações, sucesso de público e projeção nacional. Da roça para a cidade grande, o monólogo dirigido  por Iolene de Stéfano estaciona no palco da Sala Plínio Marcos (Complexo CulturalFunarte) nesta sexta (18/5) e sábado (19/5), às 21h, e domingo (20/5) às 20h. 

matriz dessa história é a mãe de Cida. “Juntou a filharada toda e foi morar no centro da cidade. Sozinha e separada do marido”, conta a atriz, que, achando a trajetória da matriarca muito sofrida, floreou aqui e ali até nascer a personagem Concessa. “Ela é tão comum que se eu brifar do jeitinho que ela é você vai me perguntar ‘o que mais?’”. 
Leia a matéria completa na edição de sexta-feira do suplemento Divirta-se do Correio Braziliense

FONTE: CORREIOWEB