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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Esperança é a última que morre para vinda do Cirque du Soleil




Nuvens de incertezas pairam sobre a turnê brasileira 2015 do Cirque du Soleil. Com o término do contrato da produtora Time 4 Fun (que trouxe para o País cinco espetáculos da trupe, entre 2006 e 2014) e a fusão da IMX, de Eike Batista, com a companhia circense, não se sabe ao certo se, ou quando, os fãs vão poder se render às belezas acrobáticas da companhia canadense.
Segundo a assessoria de imprensa da IMX Arts, “ainda não há uma definição em relação a montagem. Tampouco, em relação às datas e cidades por onde a turnê vai passar”. Para Adeilton Evangelista, fã brasiliense que acompanha o circo desde Saltimbancos, primeira performance encenada no Brasil, fica a expectativa para assistir aos novos espetáculos, apresentados em outros países, como OVO, da coreógrafa brasileira Déborah Colker.
“A cada dia que passa, fico mais ansioso para ver o próximo show”, explica Adeilton, que carrega na pele o amor pelo Cirque du Soleil, representado por seis tatuagens.
O morador do Novo Gama diz se impressionar com a excelência técnica dos artistas do grupo, criado em 1984. “O Cirque du Soleil nos proporciona momentos mágicos. Com ele, viajamos para outro universo e esquecemos de qualquer problema”.

Trajetória
O grupo que começou com 20 artistas de rua, em Quebec, no Canadá tem hoje cinco mil colaboradores, incluindo mais de 1,3 mil artistas performáticos, de cerca de 50 países diferentes.
Já passaram por Brasília os espetáculos Alegria, Quidam, Varekai e Corteo. “Tive a oportunidade de assistir à pré-estreia de Corteo em 2013. Foi um dos momentos mais emocionantes da minha vida”, relembra Adeilton.

fonte: Internet

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