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sexta-feira, 20 de maio de 2011

Diogo Nogueira traz para a cidade o show Sou eu

Irlam Rocha Lima
Diogo Nogueira segue para a Europa e para os EUA no próximo mês
Cantor e compositor mais bem-sucedido da nova geração do samba, Diogo Nogueira, com apenas quatro anos de carreira, tem obtido várias conquistas. A mais recente é a vendagem de 100 mil cópias do 3º CD e 2ºDVD Sou eu, lançado em novembro do ano passado e que dá nome à nova turnê do artista carioca. Nesta sexta-feira (20/5), ele chega à cidade com show na AABB, que terá abertura da banda brasiliense Clima de Montanha.

Modesto, Diogo divide o sucesso do novo trabalho com equipe, parceiros e convidados especiais. “Poder contar com a participação de Chico Buarque, Ivan Lins e Alcione, além de ser uma honra para mim, contribuiu para que o DVD chegasse a esse patamar. Conheço os três desde a infância, pois meu pai (João Nogueira) sempre me levava junto quando os visitava. Chico e Ivan compuseram esse samba maravilhoso que deu nome ao projeto.”

Além disso, o cantor destaca a participação do bandolinista Hamilton de Holanda e outros parceiros: “São artistas da minha geração e de muito talento”, afirma, referindo-se a Ciraninho, Rafael dos Santos e Leandro Fregonesi, com os quais fez Contando estrelas e Força maior, que estão na boca dos fãs.

Aliás, Diogo comemora o fato de ter entre os admiradores pessoas de diferentes faixas etárias. “Recentemente, num aeroporto, uma senhora de 85 anos disse que gosta muito do meu trabalho. Já dei autógrafos para muitas crianças e tem as meninas que sobem nos palcos para me abraçar e beijar. Isso sinaliza que estou conseguindo passar coisas boas para as pessoas”, festeja.

No show, acompanhado por banda de nove músicos e dois dançarinos da Companhia de Carlinhos de Jesus, ele mostra praticamente todas as músicas do Sou eu, com destaque para as releituras de Pelo amor de Deus (Paulo Debétio e Paulinho Rezende), Deixa eu te amar (Mauro Silva, Camillo e Agepê), Além do espelho (João Nogueira), Lembra de mim (Ivan Lins) e Feijoada completa (Chico Buarque).

Outro ponto alto é o pot pourri de sambas-enredo, que inclui Aquarela brasileira (Império Serrano), Conto de areia (Portela) e É hoje (União da Ilha).


Fonte: Correioweb