Ellen Oléia e Sandra de Sá em show na sala Funarte
Nem só de debates e reflexões ecológicas é feita a comemoração do Dia do Meio Ambiente. Em Brasília, a data será regada a música. Sem esquecer as questões ambientais, o 1º Festival das Águas começa hoje e apresenta uma programação diversificada dentro da Semana do Meio Ambiente, realizada pelo Governo do Distrito Federal e Ministério do Meio Ambiente. Até domingo, a Concha Acústica será palco de grandes shows, debates, palestras, fóruns de discussão, feira de exposições e atividades esportivas. Tudo de graça.
Artistas nacionais e locais de diferentes estilos se revezam em três palcos à beira do Lago Paranoá. Por lá passarão, entre os destaques, Alceu Valença, Titãs, Skank, Zeca Baleiro, NX Zero, CPM22, Pitty e MV Bill. Os ritmos são os mais variados, mas a atenção se volta à preocupação com a natureza. Hoje, apenas um palco acenderá as luzes. O Cerrado recebe, a partir das 19h, Ellen Oléria, Duplo Etéreo (Aroldinho Matos), Jaime Ernest Dias e Rafael Torres & Gabriel. Amanhã, no mesmo local, quem faz a festa, a partir das 21h, são Maskavo, Banda Amplitude (com tributo a Raul Seixas), grupo Zueira e Barraca Armada.
Acostumado a lidar com questões ambientais em suas composições, Alceu Valença já dedica de antemão a letra Desprezo aos malfeitores ecológicos. “Desprezo a todos os inimigos da fauna e da flora, àqueles que promovem a poluição, a todo populista traidor do povo, a todo demagogo, a todo mau patrão. Do jeito que estamos caminhando, o semiárido nordestino vai virar o Saara”, lamenta.
Habitué em shows no DF, Alceu, cujo trabalho é inspirado no tripé da música nordestina — Jackson do Pandeiro, Luiz Gonzaga e Marinês —, usa a intimidade adquirida com o público da capital para vagar livremente pelo seu repertório. Ele avisa que ainda não vem com o setlist junino. “Vou cantar Girassol, Sol e chuva,Ai de ti Copacabana , Coração bobo, umas quatro do mestre Luiz Gonzaga, o Papagaio do futuro, na versão original, cantada nos anos 1970. Considero ela importante por ser uma canção que é ligada aos cuidados com o meio ambiente”, conta. Ele é uma das atrações do sábado, às 21h50, no Palco Principal 2.
Artistas consolidados e em ascensão marcarão presença no festival. Nascida no Cerrado, a banda de rock Di Boresti colhe os frutos de seis anos na estrada. O vocalista Roney Sracalossi, mais conhecido como Roney Boy, comenta a importância de dividir o palco com grandes nomes da música em prol da ecologia. “As músicas do nosso CD Bem-vindo ao meu mundo mostram o dia a dia no Cerrado, cachoeiras e de como é viver em Brasília.” A banda que também canta no sábado, às 20h, no Palco Principal 2, está na disputa por uma vaga no Festival Rock in Rio.
Esporte e Consciência
Além das atrações musicais, alguns dos destaques do evento são as atividades ambientais. A 1ª exposição Oportunidades ambientais: sustentabilidade, emprego e renda ostenta uma estrutura com 80 estandes. A mostra apresenta artesanatos de material reciclável, biojoias, ecoturismo, vermicompostagem, biscoitos artesanais, carro elétrico, bicicleta de bambu, entre outros. Com o apoio do Ministério do Meio Ambiente, a proposta da exposição é ressaltar iniciativas que contribuem para a melhoria da qualidade ambiental, social e econômica, com foco na geração de emprego e renda.
Atividades esportivas embaladas ao som de músicos da cidade serão incentivo às competições desenvolvidas no local. Haverá maratona de canoagem e stand up, travessia de natação, Circuito Internacional de Jet Ski e apresentações de wakeboard. Para aproveitar o céu de Brasília, será realizada a 1ª Copa Internacional de Paraquedismo. Já em terra firme, acontecem torneios de vôlei de praia e apresentações de skate e bike.
Artistas nacionais e locais de diferentes estilos se revezam em três palcos à beira do Lago Paranoá. Por lá passarão, entre os destaques, Alceu Valença, Titãs, Skank, Zeca Baleiro, NX Zero, CPM22, Pitty e MV Bill. Os ritmos são os mais variados, mas a atenção se volta à preocupação com a natureza. Hoje, apenas um palco acenderá as luzes. O Cerrado recebe, a partir das 19h, Ellen Oléria, Duplo Etéreo (Aroldinho Matos), Jaime Ernest Dias e Rafael Torres & Gabriel. Amanhã, no mesmo local, quem faz a festa, a partir das 21h, são Maskavo, Banda Amplitude (com tributo a Raul Seixas), grupo Zueira e Barraca Armada.
Acostumado a lidar com questões ambientais em suas composições, Alceu Valença já dedica de antemão a letra Desprezo aos malfeitores ecológicos. “Desprezo a todos os inimigos da fauna e da flora, àqueles que promovem a poluição, a todo populista traidor do povo, a todo demagogo, a todo mau patrão. Do jeito que estamos caminhando, o semiárido nordestino vai virar o Saara”, lamenta.
Habitué em shows no DF, Alceu, cujo trabalho é inspirado no tripé da música nordestina — Jackson do Pandeiro, Luiz Gonzaga e Marinês —, usa a intimidade adquirida com o público da capital para vagar livremente pelo seu repertório. Ele avisa que ainda não vem com o setlist junino. “Vou cantar Girassol, Sol e chuva,
Artistas consolidados e em ascensão marcarão presença no festival. Nascida no Cerrado, a banda de rock Di Boresti colhe os frutos de seis anos na estrada. O vocalista Roney Sracalossi, mais conhecido como Roney Boy, comenta a importância de dividir o palco com grandes nomes da música em prol da ecologia. “As músicas do nosso CD Bem-vindo ao meu mundo mostram o dia a dia no Cerrado, cachoeiras e de como é viver em Brasília.” A banda que também canta no sábado, às 20h, no Palco Principal 2, está na disputa por uma vaga no Festival Rock in Rio.
Esporte e Consciência
Fonte: Correioweb

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