O festival traz para Brasília 10 longas-metragens inéditos. Com destaque para Potiche: esposa troféu, Vênus negra, Um gato em Paris, O pai dos meus filhos e Copacabana (VEJA SINOPSES).
Potiche: esposa troféu
Depois do introspectivo O refúgio (2009) e da fantasia Ricky (2009), o diretor François Ozon retorna um território familiar: a comédia kitsch, de tons extravagantes e fortes personagens femininas. Mas, diferentemente do musical 8 mulheres (2002), Potiche usa uma narrativa arejada para refletir (sutilmente) sobre mudanças no comportamento e na política da sociedade francesa. No papel principal, Catherine Deneuve é a dona de casa que, após o seqüestro do marido, decide ir à luta.
Vênus negra
Num dos dramas mais chocantes (e provocativos) da temporada, o diretor Abdellatif Kechiche (de A esquiva e O segredo do grão) aponta uma lente cruel para o escândalo que envolveu a africana Saartjie Baartman. No início do século 19, a mulher foi escravizada por um empresário inglês, que exibiu o corpo protuberante da "presa" em espetáculos de aberrações. Difícil suportar as 2h45 de duração - mas a experiência brutal, com excelente atuação de Yahima Torres, não abandona o espectador com facilidade.
Um gato em Paris Uma das curiosidades da mostra francesa, esta animação dirigida por Alain Gagnol e Jean-Loup Felicioli é um thriller sobre a dupla vida de um gato. Pela manhã, Dino vive com Zoé, filha da delegada Jeanne. À noite, escala os telhados de Paris na companhia do bandido Nico. Os mal-entendidos começam quando Jeanne começa a investigar um crime que o felino testemunhou. Com apenas 70 minutos de duração, a trama transcorre numa única noite. O estilo da animação, num colorido elegante, vai na contramão das superproduções digitais americanas.
O pai dos meus filhos
Com poltrona já confortável no em festivais internacionais, a atriz e diretora Mia Hansen-Love ainda é pouco conhecida no circuito brasileiro. O drama familiar O pai dos meus filhos, vencedor de prêmio especial de júri na seleção paralela Um Certo Olhar (do Festival de Cannes), mostra a sensibilidade da cineasta, descoberta por Olivier Assayas, para os detalhes do cotidiano. O roteiro flagra o ponto de virada no cotidiano de um produtor de cinema, pai de três crianças, que se vê ameaçado por uma crise profissional.
Copacabana
Sucesso de público na Mostra de São Paulo de 2010, esta comédia tenta criar uma conexão afetuosa com os brasileiros graças à personagem principal, uma mulher francesa que diz ter "alma brasileira". Interpretada por Isabelle Huppert, Babou se esforça para os costumes rigorosos dos franceses. Quando se alista num novo emprego, nota que o jeitão generoso bate de frente com os modos dissimulados do mundo corporativo. Apesar de morno, o humor do diretor Marc Fitoussi tem jogo de cintura.
Confira a programação completa acessando: http://www.festivalcinefrances.com/arquivos/pdf/programa_brasilia_varilux.6sz2qk.pdf
Local: Liberty Mall - SCN, Qd. 2, Bl. D - Setor Comercial Norte - Asa Norte -
Preço inteira: Valor cobrado pelo cinema do Liberty Mall
De: 10/06/2011
Até: 16/06/2011
Fonte: Correioweb
Potiche: esposa troféu
Depois do introspectivo O refúgio (2009) e da fantasia Ricky (2009), o diretor François Ozon retorna um território familiar: a comédia kitsch, de tons extravagantes e fortes personagens femininas. Mas, diferentemente do musical 8 mulheres (2002), Potiche usa uma narrativa arejada para refletir (sutilmente) sobre mudanças no comportamento e na política da sociedade francesa. No papel principal, Catherine Deneuve é a dona de casa que, após o seqüestro do marido, decide ir à luta.
Vênus negra
Num dos dramas mais chocantes (e provocativos) da temporada, o diretor Abdellatif Kechiche (de A esquiva e O segredo do grão) aponta uma lente cruel para o escândalo que envolveu a africana Saartjie Baartman. No início do século 19, a mulher foi escravizada por um empresário inglês, que exibiu o corpo protuberante da "presa" em espetáculos de aberrações. Difícil suportar as 2h45 de duração - mas a experiência brutal, com excelente atuação de Yahima Torres, não abandona o espectador com facilidade.
Um gato em Paris Uma das curiosidades da mostra francesa, esta animação dirigida por Alain Gagnol e Jean-Loup Felicioli é um thriller sobre a dupla vida de um gato. Pela manhã, Dino vive com Zoé, filha da delegada Jeanne. À noite, escala os telhados de Paris na companhia do bandido Nico. Os mal-entendidos começam quando Jeanne começa a investigar um crime que o felino testemunhou. Com apenas 70 minutos de duração, a trama transcorre numa única noite. O estilo da animação, num colorido elegante, vai na contramão das superproduções digitais americanas.
O pai dos meus filhos
Com poltrona já confortável no em festivais internacionais, a atriz e diretora Mia Hansen-Love ainda é pouco conhecida no circuito brasileiro. O drama familiar O pai dos meus filhos, vencedor de prêmio especial de júri na seleção paralela Um Certo Olhar (do Festival de Cannes), mostra a sensibilidade da cineasta, descoberta por Olivier Assayas, para os detalhes do cotidiano. O roteiro flagra o ponto de virada no cotidiano de um produtor de cinema, pai de três crianças, que se vê ameaçado por uma crise profissional.
Copacabana
Sucesso de público na Mostra de São Paulo de 2010, esta comédia tenta criar uma conexão afetuosa com os brasileiros graças à personagem principal, uma mulher francesa que diz ter "alma brasileira". Interpretada por Isabelle Huppert, Babou se esforça para os costumes rigorosos dos franceses. Quando se alista num novo emprego, nota que o jeitão generoso bate de frente com os modos dissimulados do mundo corporativo. Apesar de morno, o humor do diretor Marc Fitoussi tem jogo de cintura.
Confira a programação completa acessando: http://www.festivalcinefrances.com/arquivos/pdf/programa_brasilia_varilux.6sz2qk.pdf
Local: Liberty Mall - SCN, Qd. 2, Bl. D - Setor Comercial Norte - Asa Norte -
Preço inteira: Valor cobrado pelo cinema do Liberty Mall
De: 10/06/2011
Até: 16/06/2011
Fonte: Correioweb
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